Robert Levinson: Irã nega ex-agente dos EUA morreu lá

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O ex-agente do FBI Robert Levinson

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AFP

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Autoridades americanas suspeitaram que Robert Levinson foi seqüestrado pela inteligência iraniana

O Irã negou uma alegação da família do ex-agente do FBI Robert Levinson de que ele morreu sob custódia lá, dizendo que deixou o país anos atrás.

“Evidências credíveis” sugerem que Levinson deixou o Irã para um “destino não especificado” em algum momento no passado, disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores.

O Irã sempre disse que não tem informações sobre o que aconteceu com ele.

A esposa de Levinson diz que ele desapareceu na ilha iraniana de Kish em 2007, trabalhando como investigador particular.

Em um comunicado divulgado na quarta-feira, a família Levinson disse que recebeu recentemente informações de autoridades americanas que os levaram a tirar suas conclusões.

“É impossível descrever nossa dor”, disseram eles.

“Se não fosse pelas ações cruéis e sem coração do regime iraniano, Robert Levinson estaria vivo e em casa conosco hoje”.

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O Irã reiterou seus comentários anteriores sobre o caso, dizendo que estava tentando descobrir a condição de Levinson “, mas não encontrou sinais de que ele estivesse vivo”.

Autoridades dos EUA suspeitam que Levinson tenha sido seqüestrado pelas forças de inteligência iranianas para ser usado como moeda de troca nas negociações com Washington.

O que aconteceu com Robert Levinson?

Há alegações conflitantes, mas poucas evidências concretas das circunstâncias que cercam o desaparecimento de Levinson.

Sua família diz que Levinson, que se aposentou do FBI em 1998, estava em uma missão não autorizada da CIA quando ele desapareceu em Kish.

Fotos de prova de vida e um vídeo foram recebidos pela família de Levinson em 2010 e 2011, que foram divulgados posteriormente à mídia.

As imagens mostravam Levinson, que tinha 58 anos quando desapareceu, com uma longa barba grisalha e vestindo um macacão laranja da prisão, semelhante ao usado pelos detidos americanos na Baía de Guantánamo.

Uma placa em volta do pescoço dizia: “por que você não pode me ajudar”.

Especialistas determinaram que o vídeo havia sido enviado pelo Paquistão, enquanto as fotos foram enviadas de um endereço na Internet no Afeganistão.

A música do casamento pashtun podia ser ouvida tocando levemente no fundo do vídeo, sugerindo que Levinson poderia ser realizado em qualquer um desses dois países.

Outra teoria das autoridades americanas era que o governo iraniano poderia ter encaminhado as imagens externamente, em um esforço para culpar o desaparecimento de Levinson por outra pessoa.

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