Reféns canadenses e italianos devem ser libertados no Mali após 15 meses

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Uma mulher canadense e um italiano que foram seqüestrados há 15 meses em Burkina Faso foram libertados no país vizinho do Mali, segundo duas autoridades informadas sobre o assunto.

Edith Blais, de Quebec, e sua companheira de viagem italiana, Luca Tacchetto, desapareceram em dezembro de 2018 em uma área de Burkina Faso que é conhecida por ser um reduto da franquia local do Estado Islâmico, o mesmo grupo responsável por matar quatro soldados americanos no Níger. ano anterior.

Uma autoridade americana que foi informada sobre a libertação disse que foi libertada no final da sexta-feira na cidade de Kidal, no extremo norte do Mali. Não ficou claro qual grupo os estava mantendo ou sob quais condições eles foram libertados.

Blais e Tacchetto estavam viajando de carro da Itália, passando por França, Espanha, Marrocos, Mauritânia e Mali antes de chegarem a Burkina Faso, segundo reportagens da mídia canadense.

Por mais de uma década e meia, a Al Qaeda e grupos associados a ela usaram o vasto e inóspito norte do Mali como uma maneira de manter reféns ocidentais, que normalmente são liberados somente após o pagamento de grandes resgates.

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Acredita-se que os governos canadense e italiano pagaram resgates no passado, inclusive para o diplomata canadense Robert Fowler, que foi libertado em 2009 após a quantia de 700.000 euros ter sido paga ao capítulo local da Al Qaeda, de acordo com os registros internos do grupo terrorista. A Itália pagou pela libertação de vários cidadãos mantidos por afiliadas da Al Qaeda e do ISIS, incluindo Mariasandra Mariani, uma turista italiana sequestrada em 2011, que também foi mantida no Mali.

De acordo com Corinne Dufka, a diretora da Human Rights Watch na África Ocidental, Blais e Tacchetto foram presos em Burkina Faso e depois transportados para o Mali, cruzando a fronteira até janeiro de 2019.

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A região foi infiltrada tanto pela franquia ISIS local, conhecida como Estado Islâmico do Grande Saara, quanto pela filial da Al Qaeda, conhecida pelo acrônimo JNIM. Ao contrário da Síria, onde as duas roupas terroristas estão em guerra, na África Ocidental a relação entre as duas é mais porosa, com exemplos de colaboração.

Não está claro se a afiliada do ISIS acabou entregando os reféns à Al Qaeda, que é mais ativa que o ISIS e em torno de Kidal, a cidade onde os dois foram libertados.

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