Crise na Venezuela: Pompeo promete mais apoio dos EUA a Guaidó

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Juan Guaidó e Mike Pompeo em Bogotá em 20 de janeiro de 2020

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Guaidó (à esquerda) viajou para a Colômbia para conhecer Pompeo

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, diz que seu país adotará medidas adicionais em apoio ao líder da oposição venezuelana Juan Guaidó.

Pompeo exortou outros países a cooperarem nos esforços para remover o presidente Nicolás Maduro do cargo.

Guaidó viajou para a Colômbia para se encontrar com Pompeo durante uma conferência regional.

É a segunda vez que desafia uma proibição de viagem imposta pela Suprema Corte da Venezuela, pró-governo.

Maduro e Guaidó estão em desacordo há mais de um ano, depois que Guaidó – que chefia a Assembléia Nacional – se declarou presidente interino, alegando que a reeleição de Maduro em 2018 era fraudulenta.

Apesar da pressão internacional e das sanções dos EUA ao setor crucial de petróleo, Maduro conseguiu permanecer no poder, apoiado pela Rússia, Cuba e vários outros países, além dos poderosos militares venezuelanos.

“Espero totalmente que haja mais medidas que os Estados Unidos tomem para continuar a apoiar o presidente Guaidó e o povo venezuelano”, disse Pompeo a jornalistas.

Ele se referiu a Guaidó como presidente dos EUA e mais de 50 outras nações o reconheceram como o líder legítimo.

“Não falamos sobre sanções específicas, mas todos podem esperar plenamente que os Estados Unidos não sejam cumpridos”, afirmou Pompeo.

“O mundo deve continuar apoiando os esforços do povo venezuelano para restaurar sua democracia e pôr fim à tirania de Maduro, que prejudica milhões de venezuelanos e afeta a Colômbia e, de fato, toda a região”.

Guaidó participava de uma conferência antiterrorista na capital colombiana, Bogotá, junto com ministros das Relações Exteriores de vários países da América Latina.

Ele disse que viajaria para Davos, na Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial.

Maduro acusa os EUA de orquestrar um golpe para derrubá-lo. Mas em uma entrevista ele pareceu abrir as portas para conversas diretas com os EUA.

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Falando ao Washington Post, Maduro disse: “Se houver respeito entre os governos, não importa o tamanho dos EUA, e se houver um diálogo, uma troca de informações verdadeiras, tenha certeza de que podemos criar um novo tipo de relacionamento”.

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Guaidó teve uma reunião com o presidente Duque no palácio presidencial

Guaidó foi recebido pelo presidente colombiano Iván Duque com plenas honras presidenciais.

O presidente Duque disse que discutiram a importância de restabelecer a democracia na Venezuela, bem como medidas para ajudar aqueles que fogem da crise econômica e política da Venezuela.

Segundo dados das Nações Unidas, 4,8 milhões de venezuelanos deixaram seu país desde 2016, com 1,6 milhão chegando na vizinha Colômbia.

Quase um quarto dos 30 milhões de habitantes da Venezuela precisa de ajuda, diz a ONU.

Proibido viajar

Não ficou claro como Guaidó chegou à Colômbia. Ele não havia deixado a Venezuela desde fevereiro passado, quando desafiou a proibição de viajar para angariar apoio à oposição.

A rivalidade entre Guaidó e Maduro aumentou nas últimas semanas, quando Guaidó se candidatou à reeleição como presidente da Assembléia Nacional, posição sobre a qual repousa sua reivindicação ao cargo de presidente interino.

Ele foi impedido pela Guarda Nacional de entrar no prédio da Assembléia Nacional, forçando-o a mudar a sessão para outro local onde cerca de 100 parlamentares o reelegeram.

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A reprodução de mídia não é suportada no seu dispositivo

Legenda da mídiaJuan Guaidó tentou escalar uma cerca para entrar no prédio da Assembléia Nacional

As cenas de Guaidó tentando escalar os trilhos que cercavam a Assembléia Nacional e sendo empurradas pela Guarda Nacional foram amplamente condenadas, mesmo por países como o México, que até agora não haviam apoiado o líder da oposição.

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