Coronavírus: Brasil registra mais de 1.000 mortes

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Trabalhadores vestindo roupas de proteção limpam a entrada de um metrô em São Paulo

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Metrôs em São Paulo foram desinfetados

O Brasil se tornou o primeiro país do hemisfério sul a superar 1.000 mortes com coronavírus.

O país sul-americano registrou pelo menos 1.068 mortes e 19.789 casos, segundo a Universidade Johns Hopkins.

A maioria dos governadores estaduais brasileiros impôs medidas de quarentena, mas o presidente Jair Bolsonaro continua desafiando as restrições.

As autoridades de saúde dizem que o surto não deve atingir o pico por algumas semanas ainda.

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Existe uma preocupação crescente de que o vírus possa sair do controle, especialmente em áreas mais pobres, como favelas, bairros lotados, onde é difícil alcançar o distanciamento social e falta saneamento básico, informa a correspondente da BBC na América do Sul, Katy Watson, de São Paulo.

Há também temores de que as comunidades indígenas do Brasil possam ser devastadas por um surto. Especialistas dizem que são mais vulneráveis ​​porque têm menos defesas naturais contra doenças externas.

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O presidente Bolsonaro já havia descartado as precauções contra o coronavírus como “histeria”

No início desta semana, um adolescente indígena faleceu em um hospital no estado norte de Roraima, tornando-se a primeira pessoa que vive dentro de uma reserva indígena a morrer.

Alvanei Xirixana, 15, era um dos mais de 20.000 membros da etnia Yanonami. Eles vivem principalmente em grandes reservas indígenas ao longo da fronteira Brasil-Venezuela.

Apesar das preocupações, o presidente de extrema direita Bolsonaro colidiu com os governadores de estado e seus próprios funcionários de saúde por causa do coronavírus, descrevendo sua reação à “pequena gripe” como “histeria”.

Ele também argumenta que suas restrições a movimentos e negócios estão criando um empecilho desnecessário à economia.

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Legenda da mídiaManifestantes do Brasil batem em tachos e panelas

Na sexta-feira, ele foi filmado visitando um hospital e conhecendo multidões, optando por não usar máscara ou luvas. A certa altura, ele limpou o nariz e apertou a mão de um apoiante idoso.

As ações do presidente incorreram em custos políticos nas últimas semanas, com sua popularidade caindo nas pesquisas de opinião. Protestos noturnos também foram realizados nas maiores cidades do Brasil, com moradores batendo panelas e frigideiras e gritando “Saia, Bolsonaro!”

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