Coronavírus: Bolsonaro se une a protestos contra bloqueio

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Presidente brasileiro Jair Bolsonaro fala com apoiadores durante manifestação em Brasília, Brasil, 19 de abril de 2020

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Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro compareceram a Brasília e outras grandes cidades no domingo

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, foi criticado por se juntar a manifestantes exigindo que sejam levantadas as restrições ao movimento introduzidas para impedir a disseminação do coronavírus.

Bolsonaro entrou em choque nas últimas semanas com os governadores estaduais que impuseram bloqueios, denunciando as medidas como “ditatoriais”.

No domingo, o Brasil tinha mais de 38.000 casos confirmados, o maior número da América Latina.

Mais de 2.400 pessoas morreram lá.

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Legenda da mídiaImagens aéreas do maior cemitério da América Latina

O presidente Bolsonaro se dirigiu a uma multidão de algumas centenas de apoiadores fora do quartel-general do exército na capital, Brasília, no domingo.

Ele disse que os manifestantes eram “patriotas” por defenderem as liberdades individuais.

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Além de exigir o fim do bloqueio, alguns dos participantes do protesto também exibiram placas pedindo que o Congresso do Brasil e o Supremo Tribunal Federal fossem fechados.

Outros disseram que queriam que os militares assumissem o controle da crise do coronavírus.

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O Brasil esteve sob regime militar por mais de duas décadas, de 1964 a 1985, e apela para que as forças armadas recebam mais poder sejam altamente controversas.

Embora o presidente não fizesse referência a essas demandas na época, sua aparição no comício – em que as pessoas pediam o fechamento das instituições democráticas do país – foi considerada “provocativa” por seus críticos.

Na segunda-feira, no entanto, enquanto conversava com jornalistas, Bolsonaro respondeu rapidamente a um de seus apoiadores que pedia o fechamento do Supremo Tribunal Federal afirmando que o Brasil era um país democrático. Ele disse que a corte superior do país, assim como o Congresso, permaneceria aberta.

Os jornalistas observaram que na manifestação de domingo o presidente não usava máscara facial, apesar de tossir de vez em quando, nem luvas – precauções que muitos outros políticos da região estão tomando.

No passado, ele descartou o coronavírus como “pouco mais que uma gripe”.

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O presidente não usava máscara e foi visto tossindo

Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados do Brasil e crítico de Bolsonaro, twittou que “o mundo inteiro está unido contra o coronavírus, mas no Brasil temos que combater o coronavírus e o vírus do autoritarismo”.

“Em nome da Câmara dos Deputados, rejeito todo e qualquer ato que defenda a ditadura”, acrescentou.

As relações entre o presidente, por um lado, e o Congresso e a Suprema Corte, por outro, têm sido tensas, com Bolsonaro alegando que estão tentando reduzir seus poderes e até derrubá-lo.

Na semana passada, o presidente demitiu seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que havia apoiado as medidas de bloqueio.

O presidente Bolsonaro argumenta que as medidas de bloqueio estão prejudicando a economia e argumentou que elas deveriam ser flexibilizadas e as fronteiras do Brasil reabertas.



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