Coronavírus ameaça a liberdade de imprensa em todo o mundo, diz relatório

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A pandemia de coronavírus pode ameaçar a liberdade de imprensa e piorar as crises que os repórteres de todo o mundo estão enfrentando, de acordo com o World Press Freedom Index deste ano, que avalia o cenário para jornalistas em 180 países e territórios.

A pandemia já redefiniu normas. Novas leis aprovadas por alguns governos com o objetivo ostensivo de retardar a disseminação do vírus – que ampliam a vigilância estatal, por exemplo – levantaram preocupações sobre os efeitos negativos a longo prazo na mídia e na liberdade de expressão.

A pandemia permitiu que os governos “aproveitassem o fato de que a política está suspensa, o público está atordoado e os protestos estão fora de questão, a fim de impor medidas que seriam impossíveis em tempos normais”, Christophe Deloire, secretário geral dos Repórteres Sem Fronteiras, afirmou em comunicado.

A liberdade de imprensa nos Estados Unidos continuou sofrendo sob o governo do presidente Trump, segundo o relatório, que classificou o país em 45º entre 180, três posições acima do ano passado. Um “sentimento anti-imprensa perigoso”, bem como a prisão, agressão física, denegrição pública e assédio de jornalistas, chegaram ao nível local, segundo o relatório.

Repórteres de agências de notícias estrangeiras na China estavam entre os que relataram agressivamente o surto de coronavírus, inclusive nos primeiros dias em que o governo chinês tentou minimizar sua gravidade.

Ainda assim, a Europa continuou sendo o continente onde os meios de comunicação tinham maior liberdade, com a Noruega ocupando o primeiro lugar pelo quarto ano consecutivo e a Finlândia e a Dinamarca em segundo e terceiro lugar. A Suécia caiu para o quarto lugar devido ao aumento do assédio online de repórteres.

No final do índice, houve poucas mudanças. A Coréia do Norte caiu um ponto, assumindo o último lugar do Turquemenistão. A Eritreia, que ficou em penúltimo lugar, foi o país com a classificação mais baixa na África. O Haiti caiu 21 posições para a 83ª, a queda mais acentuada de qualquer nação. Os jornalistas carecem de recursos financeiros e apoio institucional e foram vítimas de intimidação e violência física, particularmente enquanto cobriam protestos, segundo o relatório.

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